Princípios

  1. Documentos digitais de qualidade para alunos e professores, disponíveis de modo livre, de acordo com o programa de Física e Química do Ensino Secundário. (Os documentos podem ser utilizados em "tabletes", telemóveis e computadores.)
  2. Revisão e aperfeiçoamento dos documentos, com a colaboração de professores e de alunos, em situação real de ensino.
  3. Consultoria e revisão por cientistas e engenheiros com experiência e conhecimentos em temas específicos.
  4. Integração de ideias e de resultados da investigação em ensino e aprendizagem das ciências.
  5. Integração de sínteses visuais/gráficas que relacionam ideias, procedimentos e modelos científicos.
  6. Documentos para professores editáveis (e.g., coleções de itens para testes, guiões de atividades práticas, dados experimentais, imagens e apresentações).
  7. Atualização dos documentos sempre que for necessário, para torná-los mais compreensíveis ou devido a novidades científicas ou técnicas.
  8. Ênfase numa visão integrada da ciência, da tecnologia, das artes, da engenharia e da matemática e na resolução de problemas.
  9. Ênfase na história das ideias e nas dificuldades de mudança das visões sobre o mundo natural.
  10. Integração de atividades de computação científica.
  11. Utilização de documentos complementares (vídeos, imagens, dados experimentais, simulações, etc.), criados propositadamente ou disponíveis na Internet e de fontes credíveis.
  12. Possibilidade de edição em papel, podendo ser exclusiva para cada escola, incluindo documentos específicos da escola (e.g., guiões de atividades práticas, coleções de questões, testes).
  13. A edição anual é publicada como manual escolar digital num único documento PDF. Os alunos e os professores que desejem ter uma cópia impressa de qualidade igual à dos restantes livros podem adquiri-la numa editora/livraria que imprime a pedido e que envia o livro impresso por correio (por exemplo, http://www.sitiodolivro.pt). Se a escola assim o entender, estabelece um acordo com a livraria/gráfica para impressão de múltiplos exemplares e consequente redução de custos.


Informações sobre a legislação de manuais escolares


  • A Lei. n.º 47/2006 (artigo 17.º) e a Portaria n.º 81/2014 de 9 de abril permitem a não adoção de manuais escolares. No Artigo 4.º da Portaria estabelece-se que "O conselho pedagógico do agrupamento de escolas ou da escola não agrupada pode não proceder à adoção de manuais escolares, devendo, neste caso, ser comunicados os fundamentos da decisão aos serviços competentes do Ministério da Educação e Ciência (MEC)." Este artigo resulta do Artigo 17.º da Lei n.º 47/2006, onde se afirma: "Quando for considerado adequado ao respectivo projecto educativo, o órgão de coordenação e orientação educativa das escolas e dos agrupamentos de escolas pode não proceder à adopção de manuais escolares, devendo, neste caso, ser comunicados os fundamentos desta decisão ao Ministério da Educação."
  • Para uma escola ou agrupamento de escolas escolher utilizar os documentos do projeto PASSAROLA, basta fundamentar a decisão de não adoção de manual escolar com a participação neste projeto de desenvolvimento curricular.


Utilização do acordo ortográfico







Última alteração: Quinta, 25 Junho 2015, 17:03